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Dia 19/10 (sábado) teremos Evento de Adoção de Cães e Gatos da Upac!

Dia 19/10 (sábado) teremos Evento de Adoção de Cães e Gatos da Upac!

Compareça! Venha e ajude animais carentes a encontrarem uma família!

Lojinha da Upac no local!
Estaremos recebendo doações de:
– Ração para cão e gato
– Medicamentos (anti-inflamatórios, antibióticos, carrapaticidas)
– Toalhas, lençóis, caminhas, coleiras
– Materiais para o Bazar (roupas, sapatos, acessórios, utensílios domésticos)

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BAZAR BENEFICENTE UPAC!!

BAZAR BENEFICENTE UPAC!!

Local: Casa de Rações Santo Expedito.
Endereço: Av. Sargento Hermínio, 1316.
Bairro Monte Castelo. Próximo ao Pólo de Lazer.
Horário: das 09h às 13h.

Estaremos recebendo doações no local!

Estamos precisando de ajuda voluntária para este evento.
Quem puder ajudar: enviar e-mail para contato@upac.org.br com dados de contato.

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Neste sábado a Tyanne estará lançando o seu livro Telhado de Gatos, às 19h na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi.

Neste sábado a Tyanne estará lançando o seu livro Telhado de Gatos, às 19h na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi.

O livro conta a história de uma garota: ela percebe que seu telhado não é composto de telhas e, sim, por vários gatos que vêm visita-la todas as noites para cantar à luz do luar!

Ela percebe ainda que todos os que vêm para seu telhado são gatos de rua e sem dono!

Então lhe surge a ideia para ajudar a conseguir lares cheios de amor e carinho para esses lindos gatos artistas!

O livro foi produzido de forma totalmente independente, através do apoio de 180 pessoas que acreditaram no projeto! Isto foi possível graças ao Catarse, um site de financiamento coletivo (http://catarse.me/pt/telhadodegatos). Hoje o livro é uma realidade e está começando a ganhar os lares das crianças!

O projeto do livro teve ainda a sua contribuição social e possibilitou a castração de mais de 20 animais carentes!

Aguardamos vocês!

Como os animais realmente enxergam o mundo

Três andares acima do térreo, a alguns lances de escada de distância, muito antes de você apalpar os bolsos em busca da chave, seu cachorro o aguarda ansioso atrás da porta. Ele sabe que você, e não o seu Zé, que recolhe o lixo do prédio todos os dias, está prestes a subir até o terceiro andar. Basta colocar o primeiro pé dentro de casa para receber a saudação calorosa do bichinho. E não importa com quem você esteja. Se chegar acompanhado com velhos ou novos amigos, ou mesmo com seu irmão gêmeo, que mora no exterior há alguns anos, ele não vai pular nas pernas erradas. Ele sabe quem é você.

Mas não sabe quem ele é. Coloque um ser humano em frente ao espelho e este animal bípede começa instintivamente a mexer no cabelo (achando que um tapinha na franja realmente vai deixá-lo mais bonito). Um cão, porém, consegue ser ainda mais bestial: a reação dele ao espelho é a mais completa indiferença. Nem uma olhadinha. Ele não reconhece a própria imagem. E se não reconhece a própria imagem, não tem aquilo que chamamos de consciência, certo? Até pouco tempo atrás, era o que a ciência achava. Animais que reconhecem a própria imagem no espelho teriam consciência – e aí entram basicamente nós, nossos primos (os grandes macacos – chimpanzé, gorila, orangotango), cetáceos e elefantes. Os bichos que não se reconhecem não teriam noção de “eu”. Não teriam consciência.

Mas a verdade provavelmente é outra. O problema não está nos animais que não se reconhecem no espelho. Está em quem testa a presença de consciência sob a ótica humana. O mundo de um cachorro ou de um gato não se cria majoritariamente com imagens, como o nosso. Eles veem com sons e, principalmente, cheiros. E o espelho exclui a melhor arma de reconhecimento do cachorro: o olfato. O biólogo Marc Bekoff, da Universidade do Colorado, testou o próprio bichinho para saber se ele era capaz, de alguma forma, de se reconhecer. Em vez de testar imagens, Bekoff pensou como um cão. Durante cinco invernos, toda vez que saía para passear com o companheiro, recolhia pedaços de neve onde o cão havia feito xixi. Depois, recolhia neve com urina de outros cachorros.

Então Bekoff espalhava os blocos de neve – alguns com xixi do cachorro dele, outros com o de outros cães -por lugares diferentes. E a reação do melhor amigo do pesquisador era sempre a mesma: quando encontrava a urina de outro cão, despejava um novo jato de xixi em cima para marcar o território como dele. Normal. Mas quando encontrava um bloco com a própria urina, não dava bola. Sabia que aquele xixi já era dele, então o território não precisaria de remarcação. Resultado: o cachorro sabe muito bem quem ele é. Mas diferentemente de você, que se reconhece pela fisionomia, ele faz isso pelo cheiro.

Se o nosso mundo é rico em imagens, o dos animais domésticos, as estrelas desta reportagem, vem carregado de sons, cheiros e sensações. E qualquer coisa acompanha uma porção de informações: um poste é uma fonte rica de notícias, diz se outro animal passou por ali, quem era, e há quanto tempo isso aconteceu. Ainda é impossível aguçar nossos sentidos, entrar na pele deles e entender a riqueza de cada cheiro, som, imagem ou sabor. Mas dá para entender como eles veem o mundo e descobrir por que seus pets insistem em fazer coisas que você odeia – ou adora.

Olfato além do alcance
Rememore a primeira informação desta matéria: gatos e cães constroem o mundo com cheiros, sons e um pouco de imagens. Para os cães, o olfato é fundamental. Existem entre 120 e 300 milhões de células olfativas dentro do nariz. Nós temos apenas 6 milhões. O que isso significa? Que eles podem até detectar câncer em humanos só farejando nosso hálito.

É o que pesquisadores do hospital Schillerhoehe, na cidade de Gellingen, Alemanha, descobriram em 2011. O oncologista Thorsten Walles e seus colegas deram amostras de tumores para que os cães farejassem. Era uma forma de treino, como fazem com cães farejadores de drogas – dão um osso de borracha com cocaína dentro para que o cão aprenda a reconhecer o cheiro do entorpecente; aí ele consegue reconhecer cocaína camuflada até dentro de sacos de café no fundo de uma mala.

Os alemães fizeram mais ou menos isso, só que com amostras de células cancerosas. Depois, pacientes com câncer de pulmão em estágio inicial sopraram dentro de tubos de ensaio (que eram tapados em seguida). Os cientistas treinaram os cachorros para sentar cada vez que sentissem “cheiro de câncer” em algum desses tubos de ensaio. E os cachorros acertaram 71% dos casos.

A ideia dos pesquisadores agora é construir uma espécie de “nariz eletrônico” que seja capaz de reconhecer os mesmos elementos químicos característicos de câncer que os cães farejam. Seria uma máquina capaz de detectar a doença logo nos estágios iniciais – uma revolução no mundo dos diagnósticos, que certamente salvaria vidas. Mas, por enquanto, há um problema: determinar quais são esses elementos químicos que denunciam a presença de um tumor. Como disseram os pesquisadores: “Infelizmente, os cães não têm como nos dizer qual é a bioquímica do cheiro do câncer”. Seja como for, o olfato deles continuará sendo uma ferramenta fundamental nessa busca.

Não é apenas a quantidade de células olfativas que deixa o nariz dos cães tão poderoso. As partes internas do nariz e suas divisões têm um papel importante. Para saber como funciona mesmo o nariz deles, uma equipe da Universidade do Estado da Pensilvânia convocou sete cães, colocou máscara neles e despejou alguns odores. Os pesquisadores conectaram o nariz de uma das cadelas participantes a um equipamento de ressonância magnética. Aí revelaram o caminho do ar dentro das narinas caninas. Descobriram áreas específicas de respiração e expiração. No nosso caso, por exemplo, não temos uma área onde guardamos o ar inalado e outra onde fica o ar exalado. Por conta disso, quando respiramos, paramos de “farejar” e soltamos todo o gás, carregado de odores, de volta para o mundo. Nos cães isso é diferente, enquanto respiram o processo olfativo continua ligado. E nenhum odor passa batido pelo cão. Por isso mesmo, tanto eles como os gatos (outros campeões na detecção de odores, com 200 milhões de células olfativas) usam o nariz para se reconhecer e trocar informações.

E para “coversar” com você. Fungando suas meias e sapatos, eles descobrem por onde você andou, se encontrou com outras pessoas, o que comeu, se fez sexo, fumou ou correu. Entende agora como seu calçado é tentador para eles? O sofá e a sua cama também. E onde mais houver o seu cheiro. Por isso mesmo, gatos e cachorros preferem ficar perto de lugares onde podem sentir o cheiro dos donos. Mesmo se for a sua poltrona nova. Isso funciona também com roedores – quando vão mudar de gaiola, recomenda-se colocar algum pano com o cheiro da gaiola antiga – e do dono.

O papagaio não se importa tanto assim com o seu cheiro. Com faro pouco desenvolvido, ele reconhece você pela aparência ou voz. O paladar de um papagaio, aliás, também é péssimo. Enquanto nós temos 9 mil papilas gustativas, nos papagaios esse número varia de 300 a 400. E ele não fica sozinho nessa pobreza gastronômica. Na língua dos gatos só aparecem 473 papilas. Os cachorros têm um pouco mais: 1,7 mil. Assim como os papagaios, esses dois mamíferos conseguem distinguir as quatro principais características da comida. Mas seu gato dispensa os doces, e o cachorro detesta comidas amargas (passe um caldo de jiló na ponta do móvel que ele adora morder para ver se essa mania não acaba). Com um paladar tão fraco, os dois não se importam em degustar com calma um prato de ração premium. Eles devoram os pratos – para que perder tempo se não tem um milhão de sensações para descrever, como fazem os humanos? Aliás, é por causa desse ponto franco que os dois animais engolem qualquer comida que cair no chão.

No fim da história, quem sabe mesmo apreciar um jantar são os roedores. Os porquinhos-da-índia e os coelhos têm 17 mil papilas gustativas espalhadas pela língua. Quase duas vezes mais do que nós. Então eles exigem um cardápio selecionado. Alguns desses bichinhos gourmet, para você ter uma ideia, até rejeitam verduras e folhas com agrotóxicos.

Mas a falta de sensibilidade dos cães e gatos fica só no paladar mesmo. Nas coisas que realmente importam para a nossa convivência com eles, os animais domésticos são gênios da percepção. Até os cavalos são mestres nesse quesito.

Os sons do silêncio
A história de Hans, um cavalo alemão, mostra bem a capacidade de observação e associação dos animais que criamos. No começo do século 20, ele se tornou celebridade por acertar equações matemáticas. O dono escrevia na lousa uma conta como 1/2 + 1/3 e pedia a resposta ao animal. Ele batia a pata cinco vezes no chão, esperava uns segundos e batia mais seis vezes. Ou seja: 5/6. O dono dizia ter treinado o animal por dez anos.

Pura malandragem do treinador. Por trás do “raciocínio lógico” do equino, o que havia era uma capacidade ímpar de observação. Ele conseguia perceber sinais sutis no rosto do dono, que o público não tinha como observar. E, assim, descobria quando deveria bater ou não as patas no chão. Ou seja: um cavalo pode ser um ótimo parceiro de truco.

Cães e gatos também. Eles reparam, associam e memorizam tudo. Cada gesto, cada barulho. Tudo serve de pista sobre o próximo passo do dono. Aquele tilintar de chaves sempre vem antes da despedida. O cheiro do perfume também precede a sua saída. Eles guardam e aprendem com esses sinais. Sabem quando você está prestes a ir embora – e demostram toda a tristeza que sentem nesses momentos…

É quase impossível escapar do radar dos cães e dos gatos. Os felinos escutam ainda melhor que os cães. E absurdamente mais do que você. Um som que passe dos 20 mil hertz (o extremo do agudo) fica inaudível para nós. Já os gatos ouvem até 60 mil hertz. Os cachorros chegam aos 45 mil hertz. Isso porque os dois evoluíram caçando roedores, então conseguem captar os sinais hiper agudos que os ratinhos emitem para se comunicar. Nem o som das vibrações corporais dos cupins passa batido pelos gatos. Até o som de lâmpadas fluorescentes (sim, elas fazem barulho) eles conseguem captar. Segundo a especialista em comportamento animal Temple Grandin, da Universidade do Colorado, se você estiver conversando no térreo, seu gato vai ouvir e reconhecer sua voz lá do décimo andar. Insano.

Eles ouvem sons naquilo que para nós é silêncio. Mas isso não impressiona tanto quanto uma habilidade de outro animal doméstico: o papagaio, que enxerga o que para nós é invisível.

Papagaios psicodélicos
Os papagaios veem o mundo com visão ultravioleta. Na prática, enxergam cores invisíveis. “Quando eles olham para os pelos de outro papagaio, conseguem saber se é macho ou fêmea”, diz Susan Friedman, especialista em comportamento animal da Universidade do Estado de Utah. Já nós, humanos, não conseguimos diferenciar papagaios de papagaias – só mesmo com intervenção cirúrgica para checar os órgãos genitais (um processo bem invasivo), ou com teste de DNA.

A visão ultravioleta também permite saber o grau de maturação de algumas frutas, como uvas, caquis e figos. Mas a graça dela vai bem além dessa parte mais pragmática. O mais bacana aqui é que os papagaios veem um mundo que para nós seria psicodélico. Temos três receptores de cor nos olhos (para verde, azul e vermelho). Então essas três são as nossas cores primárias – e a combinação entre elas cria as cores do nosso mundo. Os papagaios (e outras espécies de aves, peixes e répteis) têm quatro receptores: os nossos mais um dedicado ao ultravioleta. A combinação desses quatro cria um mundo estupidamente mais colorido que o nosso – um mundo tão difícil de imaginar quanto uma realidade com quatro dimensões, em vez das três que a gente conhece. O fato é que, se papagaios produzissem caixas de lápis de cor, elas teriam milhares de lápis. E olha que isso não é nada perto do que outros animais enxergam. O campeão mundial de visão, por exemplo, tem 12 receptores de cor. Doze cores primárias… Uau. E esse nosso amigo pra lá de lisérgico nem é um animal dos mais relevantes: trata-se do mantis, uma espécie de camarão.

Bom, pelo menos no mundo dos mamíferos nós levamos vantagem sobre os animais domésticos. O gato e o cachorro possuem só dois receptores de cor (azul e verde). Então o mundo deles é um pouco menos colorido que o seu. E diferente: o vermelho vira verde, o verde ganha um tom mais amarelado, e o violeta fica azulado. Até o preto parece mais desbotado. O porquinho-da-índia, diferente de outros roedores, que só enxergam em preto e branco, também tem visão bicromática (vermelho e verde). É como se eles, os cães e os gatos fossem daltônicos.

E essa não é a única diferença. As imagens da televisão, por exemplo, não fazem sentido para eles. Nosso olho, assim como o de outros animais, não apaga uma imagem no centésimo de segundo seguinte à captação. Ele ainda a mantém “viva” por uma fração de segundo. Se antes desse tempo surgir outra imagem, você terá a impressão de que as figuras estão em movimento. É o que acontece no cinema e na televisão: as cenas rodam numa velocidade de, no mínimo, 24 imagens por segundo. Se um filme mostrasse só cinco quadros por segundo, seria uma sequência quase pausada de figuras, como um filme em stop motion. É assim que os cães e gatos veem. Eles enxergam mais em menos tempo: um cachorro consegue ver de 70 a 80 imagens por segundo, um gato vê 100 imagens; até o porquinho-da-índia ganha de nós, com 33 imagens por segundo.

Essa percepção-extra faz com que eles vejam a programação de TV como se ela fosse em stop motion, com “cortes” entre cada cena. Além disso, a tela fica tremida e dá para ver a passagem dos quadros, que surgem de baixo para cima. Chaaaato.

As TVs digitais resolveram parte desse problema. Elas rodam numa velocidade mais alta, aí os cachorros conseguem ter uma visão mais parecida com a nossa, sem tremedeira na tela. Ainda assim, isso não basta para prender a atenção deles.

Mas para os cachorros, pelo menos, cientistas criaram uma solução: um canal de TV totalmente voltado a eles. Nicholas Dodman, veterinário e pesquisador da Universidade Tufts, lançou a novidade nos EUA no começo deste ano. O canal, chamado de DOGTV, mostra cenas de cachorros correndo pelo gramado, brincando entre si, pulando na piscina. Cada detalhe dos programas tem a ver com os interesses caninos. As cores foram adaptadas ao mundo “daltônico” deles e os sons também: o barulho da grama enquanto o cachorro passa por ela, o da bola que pinga no chão… O enquadramento também é diferente, as cenas foram filmadas do ângulo de um cachorro. Por exemplo, enquanto o bicho passa pela mata, o cachorro-telespectador vê a grama alta, como se ele mesmo passasse por ela. Dodman testou a eficiência do canal. Ele preparou três cenários para cachorros: canais humanos, como CNN ou Animal Planet, o DOGTV e uma TV desligada. Com monitoramento via câmera, o pesquisador concluiu que 75% deles assistiram pelo menos um bloco a mais do DOGTV do que das outras alternativas. Outra diferença é que cães e gatos enxergam melhor na penumbra. Em volta do glóbulo ocular deles existe uma membrana chamada tapetum lucidum, que funciona como um espelho e reflete toda a luz disponível de volta para a retina. Graças a isso, eles conseguem enxergar até 40% melhor do que os humanos no escuro.

É, perdemos feio nessas partes. Em compensação, temos um ponto a nosso favor: fóveas, que são uma porção de fotorreceptores na área central das retinas. Elas nos permitem ver bem coisas a poucos ou muitos centímetros do nosso nariz. Se você colocar um brinquedo numa distância entre 25 e 40 centímetros do nariz de um cão, provavelmente ele terá dificuldades em vê-lo. Ponto para nós. Mas, grande coisa, ainda ficamos atrás dos pássaros: os papagaios têm quase o dobro de fóveas. Sem contar o fato de os olhos estarem posicionados nas laterais do rosto. Isso permite a ele ver o que acontece ao redor numa panorâmica de quase 360 graus. Se soubessem driblar, seriam ótimos jogadores de futebol – até porque xingar o juiz, os papagaios já sabem muito bem.

O papagaio sabe o que diz?
Ele não grita biscoito à toa. Você ensina o que é biscoito, ele aprende e grita o dia inteiro na tentativa de ganhar mais comida. Muitos deles dizem oi quando você chega e tchau quando vai embora. Eles podem não saber semanticamente o que “oi” significa. Mas vem cá: você sabe, por acaso? Não, porque esse significado nem existe. “Oi” é apenas um som que os falantes de português emitem para avisar que chegaram. E que nós aprendemos quando ainda somos projetos de gente. Por esse ponto de vista, um papagaio dando “oi” é algo tão complexo quanto um ser humano dando “oi”.

E talvez eles sejam ainda mais parecidos com a gente. “Acho que entendem o contexto das frases. Dizer que é só imitação é subestimá-los”, aposta Susan Friedman. Nada ainda foi comprovado cientificamente, mas 30 anos de pesquisas parecem endossar a opinião de Friedman. Os papagaios podem resolver algumas tarefas linguísticas semelhantes com a mesma habilidade de crianças entre quatro e seis anos. Pelo menos foi assim com Alex, um famoso papagaio treinado pela pesquisadora Irene Pepperberg ao longo de 30 anos. Ele compreendia os conceitos das palavras “mesmo”, “diferente”, “maior”, “menor” e “nenhum”, além de saber somar números. No total, conhecia 100 diferentes palavras e distinguia cores e formas. Morreu aos 31 anos de idade, do lado de Irene.

Eles podem não ter as artimanhas do cérebro humano para racionalizar um diálogo e aprender uma língua complexa, mas podem, por associação, entender os contextos de cada frase. Ou, como no caso do cavalo Hans, perceber no íntimo da linguagem corporal do dono como agradá-lo e responder da forma como espera. E não é nada surpreendente.

Eles são bichos sociáveis e se comunicam com outras aves por meio dos sons. Um ruído um pouco mais agudo pode significar perigo à vista, uma conversa à toa, ou um pedido de comida de um filhote. Cada cria, aliás, recebe um nome logo após o nascimento.

Um estudo da Universidade de Cornell colocou câmeras em 16 ninhos de papagaios. As imagens mostram os pais “falando” o nome dos filhos antes mesmo que eles fossem capazes de cantar. Depois de algum tempo, os patriarcas ensinavam os filhos a reproduzirem os sons do próprio nome. Essa troca de nomes também não é sem propósito. Quando as turmas se misturam, fica mais fácil gritar o nome dos companheiros do que tentar encontrá-los no meio da papagaiada. Mas, se há a suspeita de que os papagaios sejam gênios linguísticos, o mesmo vale para os cães e gatos? É o que vamos ver agora.

Todo mundo sabe: um cachorro bem treinado senta quando escuta a ordem. Ou rola e dá a pata. Mas eles entendem que essas cinco letras que formam a palavra “senta” significam “flexione as pernas até apoiar as nádegas numa superfície horizontal”? E que “rolar” é o ato de fazer girar? Não, claro. Mas aquela mania de passar o tempo a observar o dono o deixa pronto para memorizar o som da palavra, a entonação, os movimentos corporais e o que aquilo tudo significa.

“Eles aprenderam as deixas mais fáceis para eles e não a palavra `senta¿, que os cães, com seu repertório limitado de sinais vocais, devem achar difícil de distinguir de outras expressões que soem de maneira parecida”, conta John Bradshaw, no livro Cão Senso. É a mesma lógica do cavalo Hans: eles aprendem os pequenos sinais corporais do dono.

Para ganhar espaço no mundo dos homens, seu pet aprendeu a observar cada passo seu. Até os porquinhos-da-índia fazem isso: deixe a gaiola num lugar onde não dá para ver nada e você vai perceber a frustração dele – dificilmente o animal vai interagir com você. Ele precisa conhecer os donos para se acostumar com a companhia e viver as mesmas rotinas. Mas para isso o bicho precisa de tempo para observar.

E eles nos entendem profundamente: sabem quem somos, o que fazemos, coisas que nos agradam ou não (mesmo quando desobedecem). Só quem parece ainda não conhecer tão bem os companheiros são alguns humanos. Os pets já superaram essa fase.

OLFATO
O nariz apurado de um cão pode salvar vidas: treinados, eles detectam se uma pessoa tem ou não câncer de pulmão só pelo odor do hálito. Mesmo que a doença esteja só no começo. Não há máquina capaz de algo parecido.HOMEM – 5 milhões de células olfativas

CACHORRO - 300 milhões de células olfativas

O MELHOR OLFATO: URSO – 4 Bilhões de células olfativas


AUDIÇÃO

Nenhum animal doméstico é páreo para o gato no quesito audição. Ele consegue ouvir os sons das vibrações corporais dos cupins. E você chegando no térreo, mesmo que esteja num apartamento no décimo andar.

HOMEM - 20 MIL HERTZ

GATO - 60 MIL HERTZ

A MELHOR AUDIÇÃO: BALEIA-BRANCA (OU BELUGA) – 123 MIL HERTZ


VISÃO

Temos três receptores de cor nos olhos: um para cada cor primária (vermelho, azul e verde). Os papagaios têm quatro: os nossos mais um para o ultravioleta. O mundo deles, então, é bem mais colorido que o seu.

HOMEM - 3 receptores de cor

PAPAGAIO - 4 receptores de cor

A MELHOR VISÃO: CAMARÃO MANTIS – 12 receptores de cor


PALADAR

Cachorros e gatos praticamente não sentem o gosto da comida. Se você quiser um bicho de estimação com paladar apurado, compre um porquinho-da-índia, que tem duas vezes mais papilas gustativas que os humanos. Ou arranje um bagre, o campeão mundial de paladar, com três vezes mais papilas que você.

HOMEM - 9 MIL papilas gustativas

PORQUINHO-DA-ÍNDIA – 17 MIL papilas gustativas

O MELHOR PALADAR: BAGRE – 27 MIL papilas gustativas

PARA SABER MAIS
Na Língua dos Bichos
Temple Grandin, Rocco, 2006

Think Like a Cat
Pam Johnson-Bennett, Penguin Books, 2011

Cão Senso
John Bradshaw, Record, 2012

Imagens: GettyImages e Wikimedia Commons

Seu cão engoliu algo estranho? Saiba o que fazer

Cuidado com o que você dá para o seu cão comer.

Com toda a energia que os cães têm, é difícil acompanhar todas as peripécias que eles fazem durante o dia. Assim, sem que os donos percebam, é possível que o cachorro engula algo inapropriado, como lixo, plantas do quintal ou até mesmo pequenos objetos. Sendo assim, como podemos saber se o cãozinho ingeriu alguma bobagem no seu caminho? E o que fazer?

Nos casos menos graves, especialistas explicam que o próprio organismo encarrega-se de eliminar o corpo estranho, pelas fezes ou por vômito, sem causar danos à saúde canina. Às vezes isso ocorre mesmo sem que os donos cheguem a notar qualquer alteração. Há situações, no entanto, em que uma apatia repentina do cachorro pode despertar dúvida sobre a sua saúde. A médica veterinária Juliana Joia, que atende no bairro de Higienópolis, em São Paulo, dá quatro pistas que devem ser seguidas pelos donos se quiserem identificar se o animalzinho ingeriu o que não devia. Se a suspeita se confirmar, o pet deve ser encaminhado para atendimento. São elas:

Comportamento: é importante perceber se o cão mudou sua atitude geral e as suas reações. “Dependendo do que tiver ingerido, o animal pode ficar prostrado, agitado ou inquieto”, diz a especialista. Perda de apetite, por exemplo, pode demonstrar que algo não anda bem no sistema gastrointestinal.

Fezes: alteração de consistência, de cor ou de odor também pode indicar a ingestão de uma substância imprópria.

Urina: fique atento à coloração. Xixi claro ou escuro demais às vezes é sinal de intoxicação.

Dor abdominal: é preciso estar de olho no sintoma mais clássico de todos, que é a dor. “Um tutor atento percebe a dor abdominal e o famoso olhar de ‘me ajuda?’“, diz a veterinária.

E se tiver sido veneno? 

Agora, alerta! Se o cachorro estiver vomitando incessantemente, é preciso redobrar a atenção. Esse sintoma pode revelar algo mais grave, como envenenamento. “Os sinais mais característicos deste caso são vômitos intensos com sangue, diarreia com sangue ou muco e alterações comportamentais (convulsão, tremores, e dificuldade para andar e respirar)“, diz a veterinária Marcela Barbosa, da pet shop Petit Ami, na zona oeste de São Paulo.

Para essas situações, a recomendação é deixar o cãozinho em jejum e levá-lo imediatamente a uma clínica ou hospital, para que as causas do mal-estar sejam investigadas por meio de exames específicos, como ultrassonografia e raio-x. Marcela diz que, nesses casos, dar água ou leite para o cachorro é algo a ser evitado, mesmo com a melhor das intenções. “Os líquidos podem acelerar ainda mais a absorção da substância tóxica”, diz a veterinária, acostumada a prestar assistência em prontos-socorros de animais.

E se os donos flagrarem os pets ingerindo aqueles conhecidos venenos sólidos para ratos e baratas, que muitas vezes ficam espalhados pelos cantinhos da casa? Neste caso, a regra é uma só: ajude o mais rápido possível o seu animal a vomitar, o que diminui a chance de intoxicação.

A dica de Marcela é dar pequenas doses de vinagre morno, com uma colher de chá. Também vale uma pequena quantidade de água oxigenada de volume 10. O gosto desagradável desses produtos vai acelerar o vômito. Porém, depois disso, corra para uma clínica! Mesmo a assistência correta em casa não substitui o atendimento especializado. É sempre bom lembrar que substâncias tóxicas podem levar à morte em pouco tempo, dependendo da quantidade ingerida.

Cuidados redobrados 
Com as particularidades que cada raça tem, é difícil ter regras gerais sobre a saúde de todos os tipos de cães. Porém, alguns cuidados devem ser seguidos independentemente do perfil de pet. Sobre alimentação, por exemplo, veterinários dizem que produtos ricos em gordura, como embutidos e queijos, devem ser evitados. Fuja de alimentos como cebola e frutas como uvas vermelhas, que costumam ser tóxicos para os cães. Chocolate e açúcar, então, nem pensar!

Afetuosos e brincalhões, os cachorros naturalmente gostam do convívio com pessoas e adoram participar de eventos caseiros, como o churrasco de domingo com a família ou amigos. O agito desses encontros pode deixar os cães superagitados, dificultando o controle pelos donos. Nesses momentos, é preciso redobrar a atenção, pois é comum que o pet acabe roubando aquele ossinho da carne da mesa sem que os responsáveis percebam.

Os próprios convidados, que não conhecem a rotina do animal, muitas vezes dão a eles esses alimentos. Se o cãozinho for pequeno, como os da raça pug, por exemplo, a consequência dessa ingestão pode ser um engasgo grave, alerta a veterinária Marcela.

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EVENTO DE ADOÇÃO – AGOSTO/2013

EVENTO DE ADOÇÃO - AGOSTO/2013

Amigos dos animais!

Dia 24/08 tem Evento de Adoção de Cães e Gatos da Upac!
Compareça! Venha e ajude animais carentes a encontrarem uma família!

Lojinha da Upac no local!
Estaremos recebendo doações de:
– Ração para cão e gato
– Medicamentos (anti-inflamatórios, antibióticos, carrapaticidas)
– Toalhas, lençóis, caminhas, coleiras
– Materiais para o Bazar (roupas, sapatos, acessórios, utensílios domésticos)

AMIGO NÃO SE COMPRA! ADOTE!

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Brechó beneficente UPAC

Brechó beneficente UPAC

Sábado tem Brechó da Upac! Compareça!!
Precisamos de voluntários! Participe!

Recebemos doações de produtos: roupas masculinas, femininas e infantis, acessórios, brinquedos, materiais em bom estado que possam ser expostos no brechó!

As doações também podem ser entregues no dia, no local!

Contato para doações: doacoes@upac.org.br

.:: BRECHÓ BENEFICENTE :..
Dia: 17/08/13 (sábado)
Local: Shopping Pátio Arvoredo, Av. Presidente Costa e Silva, 2869, José Walter.
Hora: 16h às 20h

PARTICIPE!!
Confirme sua presença como voluntário!

VAKINHA-

http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=122454

CALAZAR NÃO!

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Estamos na semana de combate e controle da Leishmaniose , de 05/08 a 10/08. Durante toda essa semana estaremos divulgando artigos para esclarecer e informar sobre a doença.
E não se esqueça que o melhor sempre é a prevenção, proteja sua família e seu cão,calazar não!!!

por upacfortaleza Postado em Artigos

Cães sem raça definida caem nas graças dos descolados, que partem para a adoção consciente

“Adotar um ‘sem-terra’ é superchique. Todo mundo que tem um cachorro de raça deveria também adotar um de rua, acho bacana”, diz a banqueteira Maria Alice Solimene (na foto ao lado, com o vira-lata Sem Terra), que já teve dois beagles e hoje é dona de um vira-lata chamado “Sem Terra”, abandonado na esquina de sua casa, na Vila Nova Conceição.

Compartilhando filosofia parecida, o artista plástico Rodrigo Bueno, 37, proprietário do antiquário Passado Composto, nos Jardins, diz com orgulho que é dono de cães sem pedigree: Cosme, Damião e Preta, todos sem raça definida, foram retirados de entidades protetoras. “Eles são únicos e muito afetuosos. Você não tem que ficar ensinando, já sabem o que fazer”, conta ele, que já teve pastor e dogue alemão.

A glamourização do vira-lata se reflete em números. De acordo com a ONG “Vira-lata é Dez”, que mantém 450 cães e 60 gatos, a procura por adoção aumentou 30% desde o início do ano. “As pessoas estão mais conscientes, às vezes levam até cães velhinhos e com deficiência física, o que não acontecia antes. Pensam: por que vou comprar um cão de R$ 1.000, se há tantos animais em asilos precisando de uma família?”, diz Ana Tancredi, presidente da ONG.

A veterinária Andréa Acaui, que organiza feiras de adoção, concorda que ter um vira-lata hoje se tornou “cult”, mas apenas entre os “politicamente instruídos”. “Quem procura por vira-lata é o pessoal descolado mesmo. Isso independe de condições financeiras. Na feira de adoção, as pessoas mais pobres geralmente querem bichos de raça”, conta.

O lado bom dessa “moda”, segundo ela, é que incentiva as pessoas a tirar os animais das ruas. E com uma vantagem para os donos: os cães adotados de entidades protetoras já vêm vacinados, vermifugados e castrados.

“Não é bom pegar animais diretamente da rua, pois podem transmitir doenças ao dono e a outros cães da casa. E, ao levar um cão de rua para casa, é importante lembrar que ele precisa manter uma vida social. Deixá-lo confinado também configura maus-tratos”, afirma.

Na Uipa, a entidade protetora de animais mais antiga de São Paulo com 110 anos e cerca de 1.200 cachorros disponíveis, a procura por adoção cresceu sobretudo nos últimos dois anos. Segundo Vanice Teixeira Orlandi, presidente do órgão, dois tipos se interessam pela adoção de SRDs: gente que realmente quer salvar um cão sem dono e gente que quer apenas economizar.

Beleza é questão subjetiva. “Não dá para dizer se o vira-lata é doável ou não, isso depende do quanto ele é capaz de comover. A idéia inicial, de adotar um vira-lata filhote, doce e saudável, se dilui quando as pessoas descobrem suas histórias, acabam levando até idoso e paraplégico”, conta Vanice.

No Centro de Controle de Zoonoses, os cerca de cem animais disponíveis para adoção foram selecionados entre os mais dóceis e jovens (até um ano) encontrados na rua -os demais são sacrificados, em torno de 50 por dia. “No CCZ são adotados 50 cães por mês, em média. A maioria das pessoas vem com o desejo de salvar um animal, com a idéia de dar lar àquele que foi rejeitado”, afirma a veterinária Elisabete Aparecida da Silva, do CCZ. Assim como acredita Vanice Orlandi, da Uipa, mais do que ter um vira-lata em casa, o que tem que entrar na moda, é o respeito aos animais, com ou sem raça.

A hora certa de castrar cães e gatos

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A hora certa de castrar
A esterilização em cães e gatos evita um aumento inesperado da prole, além de trazer mais qualidade de vida aos bichinhos. Veja a razão e em que momento agir

POR PATRICIA ROMANO

O animal chegou em sua casa pequenininho, ganhou carinho, comida, proteção. Depois cresceu, se desenvolveu e chegou a hora em que ele deseja… ‘namorar’. Mas digamos que você não queira se tornar ‘avô’ de lindos filhotinhos, muito menos pretenda deixar seu fiel companheiro solto para ‘aprontar’ na rua (afinal, existem riscos de ele se envolver em encrencas, se machucar ou contrair doenças). O que fazer, então, para preservar a qualidade de vida do bicho e atender a conveniência do dono? A castração – procedimento que consiste na retirada dos órgãos responsáveis pela reprodução – é um caminho. Nas fêmeas são extraídos ovários, útero e trompas e, nos machos, faz-se a remoção dos dois testículos. Os riscos operatórios são geralmente pequenos e o processo de recuperação, rápido.

Segundo os especialistas, além de evitar uma gravidez indesejada, a esterilização contribui para a saúde do pet. No sexo feminino, cai a incidência de aparecimento de tumores nas mamas; no masculino, há redução de problemas de próstata e tumores testiculares. A técnica também é capaz de deixar o bicho mais calmo e, com isso, até ajudar no controle de demarcação de território através da urina. “Trata-se de um método seguro, incastrar dolor e que poupa problemas futuros em cães e gatos. “No entanto, existem casos em que se deve refletir por mais tempo. Talvez o dono venha a ter interesse em reproduzir seu animal ou a fêmea apresente um grande instinto materno”, avalia a veterinária Andrea Regina Cardoso Moreira (SP).

Os felinos costumam ficar mais tranqüilos depois de castrados

Mitos e verdades
Mesmo conhecendo o procedimento e seus benefícios, muita gente ainda tem dúvidas, especialmente sobre o comportamento do animal após a operação. Em relação aos machos, por exemplo, existe o mito de que eles podem perder suas características sexuais. Porém, não há o que temer. “Os hormônios animais não reagem da mesma forma que os dos humanos. Por isso, o bichinho não sofre com a falta de apetite sexual. Não são os testículos os únicos responsáveis pela masculinidade. Existem as glândulas supra-adrenais, que também produzem uma parcela desses hormônios. Muitos machos, inclusive, continuam namorando após a cirurgia, ao passo que as fêmeas se tornam mais brincalhonas”, revela a veterinária. Mesmo assim, há quem prefira uma outra solução: a vasectomia, método que impede a saída de espermatozóides sem contudo afetar a produção de testosterona. Segundo o veterinário David Giuntini Filho (SP), animais que passam por esse tipo de procedimento, principalmente cães de guarda, não sofrem qualquer alteração comportamental, apenas deixam de ter a capacidade de procriar.

Outro medo que surge na hora de decidir pela castração é de o bicho ganhar peso extra. Os especialistas afirmam que não é a operação que pode levar à obesidade, mas sim os cuidados com o animal depois do procedimento. O que ocorre é que cães e gatos tornam-se mais sedentários porque, em geral, com a diminuição do metabolismo, ficam mais tranqüilos. Nesse caso, é importante um controle nutricional para que o pet continue ‘em forma’.

Há quem relacione ainda esterilização e problemas de pele. Na verdade, se o animal tiver uma disfunção preexistente, ela pode ser potencializada com a cirurgia. No entanto, o veterinário Maurício Cicuti (SP) afirma que, ao contrário, a técnica auxilia no combate aos problemas dermatológicos.

Quando fazer
Para que os benefícios sejam alcançados, é preciso agir na hora certa: a maioria dos veterinários brasileiros considera que o animal deva ter entre seis e oito meses, época em que já possui a dentição completa e recebeu as principais vacinas. Porém, a idade pode variar. Nas fêmeas caninas de maior porte, a esterilização é recomendada a partir de um ano de idade.

Após esse período, a eficácia do método, em relação ao comportamento do bichinho, pode ser reduzida. Ou seja, se ele leva uma vida mais agitada, passa muito tempo fora de casa, já teve alguma experiência sexual e possui mais de dois anos de idade, não é garantido que ele consiga modificar esses hábitos já cristalizados.

pré e pós-operatório
Anatomicamente, cães e gatos machos possuem diferenças pequenas e, portanto, o procedimento cirúrgico é o mesmo e mais simples que o das fêmeas.
Durante a operação, o bicho recebe anestesia geral – que pode ser inalatória (mais recomendada) ou injetável – e não sente nenhum tipo de dor.
Toda cirurgia envolve riscos. Porém, se o animal estiver em boas condições de saúde e sob cuidados de um veterinário competente, os perigos são menores.
Tanto machos quanto fêmeas levam cerca de oito dias para se recuperar. No início podem sentir um certo desconforto, mas recuperam-se rapidamente.
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Mutirão de Limpeza no abrigo dos cães da UPAC!

Mutirão de Limpeza no abrigo dos cães da UPAC!

Convidamos todos vocês para o próximo mutirão de limpeza e banho no abrigo dos cães da Upac!

.:: MUTIRÃO NO ABRIGO DOS CÃES ::.
Dia: 21/07/2013 (domingo)
Local de encontro: Posto de combustível BR da Av. Washington Soares com Av. Maestro Lisboa (av para o Beach Park).
Hora: 8:00h (não se atrase!)

O trabalho é de banho nos animais e limpeza do abrigo!

Precisamos de sacos de lixo, luvas, vassouras, pá, desinfetante, água sanitária, sabão em pó, shampoo para sarna.
Precisamos de carrapaticidas: Frontline / Triatox.

Venha de tênis e traga sua água.

Confirme presença através do email: contato@upac.org.br

AGUARDAMOS SUA CONFIRMAÇÃO!

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Brechó Beneficente UPAC!

Brechó Beneficente UPAC!

Sábado tem Brechó da Upac! Compareça!!

Recebemos doações de produtos: roupas masculinas, femininas e infantis, acessórios, brinquedos, materiais em bom estado que possam ser expostos no brechó!

As doações também podem ser entregues no dia, no local!

Contato para doações: doacoes@upac.org.br

.:: BRECHÓ BENEFICENTE :..
Dia: 20/07/13 (sábado)
Local: Shopping Pátio Arvoredo, Av. Presidente Costa e Silva, 2869, José Walter.
Hora: 16h às 20h

PARTICIPE!!
Confirme sua presença como voluntário!


UPAC
(União Protetora dos Animais Carentes)

http://www.upac.org.br/

VAKINHA

http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=122454

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Evento de adoção de Cães e Gatos da UPAC

Evento de adoção de Cães e Gatos da UPAC

Amigos dos animais!

Dia 13/07 tem Evento de Adoção de Cães e Gatos da Upac!
Compareça! Venha e ajude animais carentes a encontrarem uma família!

Lojinha da Upac no local!
Estaremos recebendo doações de:
– Ração para cão e gato
– Medicamentos (anti-inflamatórios, antibióticos, carrapaticidas)
– Toalhas, lençóis, caminhas, coleiras
– Materiais para o Bazar (roupas, sapatos, acessórios, utensílios domésticos)

AMIGO NÃO SE COMPRA! ADOTE!

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Brechó Beneficente UPAC

Brechó Beneficente UPAC

Sábado tem Brechó da Upac! Compareça!!

Recebemos doações de produtos: roupas masculinas, femininas e infantis, acessórios, brinquedos, materiais em bom estado que possam ser expostos no brechó!

As doações também podem ser entregues no dia, no local!

Contato para doações: doacoes@upac.org.br

.:: BRECHÓ BENEFICENTE :..
Dia: 06/07/13 (sábado)
Local: Pinheiro Supermercado, rua piauí, 1110, bairro pan americano.
Hora: 9h às 12h

Como lidar com o cachorro hiperativo

Cães hiperativos. Quem tem sabe o trabalho que um cão hiperativo pode dar. Alguns cães se comportam de maneira agitada grande parte do tempo, dificultando bastante o convívio normal ou desejado para um animal de companhia. Por que isso ocorre e o que pode ser feito é o que Alexandre Rossi explica nesta coluna

Como identificar um cão hiperativo
Cada cão possui um determinado nível de atividade que pode variar bastante de raça para raça e de indivíduo para indivíduo. Não existe uma linha divisória clara entre cães normais e cães hiperativos, portanto alguns cães podem ser considerados normais por alguns especialistas e hiperativos por outros.

Os cães claramente hiperativos exibem continuamente um comportamento acelerado, tornando o convívio um tanto quanto difícil. Muitas vezes os proprietários se sentem sufocados pelo fato de o animal não parar quieto ou não parar de querer chamar a atenção buscando objetos, destruindo móveis, choramingando e latindo. Infelizmente tais cães costumam acabar trancados dentro de um canil ou separados fisicamente do convívio familiar, solução um tanto quanto cruel.

A hiperatividade pode começar cedo
Um cão já pode demonstrar hiperatividade nos primeiros meses de vida. Sem querer, muitas pessoas acabam escolhendo o filhote hiperativo, pois é esse que geralmente vai correndo e fazendo festa para cada visita que aparece. Muitas pessoas dizem que elas é que foram escolhidas pelo filhote, geralmente se referindo a esse comportamento – “Ele me escolheu! Veio correndo na minha direção e não parou de me lamber e nem de abanar o rabo!!”

Esperanças frustradas
É comum que proprietários de um cão hiperativo acreditem que ele seja agitado por ser ainda jovem e que vai se acalmar, mas com o tempo percebem que continua do mesmo jeito apesar de já ter se tornado adulto.

Principalmente no caso de cães machos, existe um mito de que o cão precisa cruzar para se acalmar. Tal informação não procede, e isso é confirmado por pesquisas científicas. Portanto não perca tempo procurando um parceiro sexual para seu animal com essa finalidade.

Seleção genética
Muitas raças que existem hoje foram selecionadas para o trabalho. Cães sempre dispostos a executar atividade física, incansáveis e hiperativos, eram, freqüentemente, selecionados. Isso resultou em cães ótimos para o trabalho, mas ativos demais para a função exclusiva de companhia.

Alergia alimentar
Alguns cães podem ter um excesso energético devido a alergias alimentares. O diagnóstico é feito através de alterações alimentares utilizando dietas hipoalergênicas, comerciais ou caseiras, por cerca de dois meses.

Distúrbio de Déficit de Atenção e Hiperatividade
Cães com distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade costumam ter dificuldade de se concentrar apenas em um estímulo, dando a impressão de estar prestando atenção em tudo ao mesmo tempo. De maneira semelhante ao que ocorre com crianças com o mesmo diagnóstico, o tratamento pode ser feito com anfetaminas, que, nesses casos, em vez de aumentar a atividade, como seria o esperado em um indivíduo que não sorfra desse mal, tende a reduzi-la a níveis normais.

Outras causas
O hipertiroidismo e o aumento dos níveis de estrógeno também podem ser as causas de hiperatividade. Exames de sangue podem ser úteis para o diagnóstico do problema.

O que fazer
Evite escolher o filhote mais agitado da ninhada, pois o filhote pode já estar demonstrando um comportamento hiperativo. Além de observar os filhotes, experimente fazer um carinho relaxante (massagear calmamente o animal enquanto fala com ele) e observar seu comportamento. Alguns poderão relaxar e curtir o carinho, enquanto que outros podem ficar cada vez mais excitados. Os que ficarem mais agitados têm uma maior chance de ser hiperativos.

Controle é essencial
Cães bastante ativos precisam ser muito bem educados, já que podem, em pouco tempo, destruir objetos da casa, incomodar as visitas, etc. Se o cão não o respeitar, procure auxílio de um adestrador.

Bastante atividade física
Cães com pouca atividade física podem demonstrar agitação e inquietação, por isso procure levar seu cão para fazer exercícios através de caminhadas e brincadeiras.

Permita comportamentos que dão vazão à ansiedade dele
Alguns cães aprendem a controlar a ansiedade por meio de alguns comportamentos, como o de mastigar algum objeto enquanto recebem carinho. Esses animais, assim que avistam alguém, procuram imediatamente um brinquedo para ficar mordendo. Essa pode ser uma solução saudável encontrada por eles mesmos para uma ansiedade excessiva.Image

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Alteração No calendário de eventos da UPAC

 PARTICIPE! DIVULGUE! Saiba como ajudar os focinhos carentes: - Doando ração para Cão e Gato - Recursos para despesas veterinárias (consultas, exames, cirurgias, tratamentos) - Medicamentos (antibióticos, anti-inflamatórios, carrapaticidas, cicatrizantes, vermífugos, vitaminas, etc) - Produtos usados para o Bazar (roupas, acessórios, brinquedos, etc) - Transportando animais dos abrigos para as clínicas e vice-versa - Comprando na lojinha da Upac durante os eventos ou nos pontos de vendas (http://upacfortaleza.wordpress.com/lojinha-da-upac/) - Divulgando os animais para adoção do nosso blog e redes sociais Doações: Banco do Brasil Nome: União Protetora dos Animais Carentes Agência: 1295-5 Conta: 42.417-x Doações via boleto, cartão de crédito ou débito, podem ser feitas através do Vakinha: www.vakinha.com.br/Vaquinha.aspx?e=122454 NÃO COMPRE ANIMAIS! ADOTE!


PARTICIPE! DIVULGUE!
Saiba como ajudar os focinhos carentes:
- Doando ração para Cão e Gato
- Recursos para despesas veterinárias (consultas, exames, cirurgias, tratamentos)
- Medicamentos (antibióticos, anti-inflamatórios, carrapaticidas, cicatrizantes, vermífugos, vitaminas, etc)
- Produtos usados para o Bazar (roupas, acessórios, brinquedos, etc)
- Transportando animais dos abrigos para as clínicas e vice-versa
- Comprando na lojinha da Upac durante os eventos ou nos pontos de vendas (http://upacfortaleza.wordpress.com/lojinha-da-upac/)
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Doações:
Banco do Brasil
Nome: União Protetora dos Animais Carentes
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Fotos Mutirão de Limpeza e Banho abrigo dos Cães – Abr-14

Obrigada a todos os voluntários que compareceram ao mutirão e fizeram uma grande limpeza no abrigo e banho nos animais! Agradecimento especial aos alunos do cursinho Efivest que marcaram presença em peso!!

Os focinhos agradecem!!

Evento de Adoção de Cães e Gatos – Mai-13

Amigos dos animais!

Dia 4/5 tem Evento de Adoção de Cães e Gatos da Upac!
Compareça! Venha e ajude animais carentes a encontrarem uma família!

A Lojinha da Upac estará no local!

Estaremos recebendo doações de:
– Ração para cão e gato
– Medicamentos (anti-inflamatórios, antibióticos, carrapaticidas)
– Toalhas, lençóis, caminhas, coleiras
– Materiais para o Bazar (roupas, sapatos, acessórios, utensílios domésticos)

AMIGO NÃO SE COMPRA! ADOTE!

Evento de Adoção de Cães e Gatos - Mai-13

Evento de Adoção de Cães e Gatos – Mai-13

Mutirão de Limpeza e Banho no abrigo dos Cães – Abr/13

Convidamos todos vocês para o próximo mutirão de limpeza e banho no abrigo dos cães da Upac!
 
 O trabalho é de banho nos animais e limpeza do abrigo!
 
Precisamos de sacos de lixo, luvas, vassouras, pá, desinfetante, água sanitária, sabão em pó, shampoo para sarna.
Precisamos de carrapaticidas: Frontline / Triatox.
 
Venha de tênis e traga sua água.
 
Confirme presença através do email: contato@upac.org.br
 
AGUARDAMOS SUA CONFIRMAÇÃO!
Mutirão de Limpeza e Banho no abrigo dos Cães - Abr/13

Mutirão de Limpeza e Banho no abrigo dos Cães – Abr/13

Calendário de Eventos da Upac – Abril 2013

PARTICIPE! DIVULGUE!

Saiba como ajudar os focinhos carentes:

- Doando ração para Cão e Gato
– Recursos para despesas veterinárias (consultas, exames, cirurgias, tratamentos)
– Medicamentos (antibióticos, anti-inflamatórios, carrapaticidas, cicatrizantes, vermífugos, vitaminas, etc)
– Produtos usados para o Bazar (roupas, acessórios, brinquedos, etc)
– Transportando animais dos abrigos para as clínicas e vice-versa
– Comprando na lojinha da Upac durante os eventos ou nos pontos de vendas (http://upacfortaleza.wordpress.com/lojinha-da-upac/)
– Divulgando os animais para adoção do nosso blog e redes sociais

Doações:

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Calendário de Eventos da Upac - Abril 2013

Calendário de Eventos da Upac – Abril 2013

Helena e o test drive na cadeirinha de rodas

Helena fazendo o test drive, no abrigo dos cães, na sua nova cadeirinha de rodas, construída pelo voluntário Airton Pontes.
Helena é muito dócil e ativa, e está a procura de um lar feliz, está castrada e vacinada. Helena precisa de uma chance para ter uma família.  ADOTE!
Contato: contato@upac.org.br